Como estão nossas crianças e jovens?
A maioria de nós, acharam que aquilo duraria, uma semana, depois quinze dias, um mês... E de repente nos demos conta, que tal situação, demoraria um pouco mais para passar e que algo deveria ser feito, para seguirem com as aulas.
As escolas e os professores, precisaram se reinventar. Acharem métodos, virarem youtubers, blogueiros... do dia para a noite. Muito professores inclusive, que precisavam de auxílio para navegar na internet.
Do outro lado, pais e responsáveis, mudando completamente suas rotinas e passando a exercerem outros papéis, como "ajudante do dia" dos professores, por exemplo. Sim porque, principalmente os alunos de educação infantil e ensino fundamental I, precisam da ajuda dos pais, para acessarem os apps, onde estariam sendo transmitidas as aulas.
Os conteúdos começaram a serem passados, dia após dia. Os meses foram passando. Os planejamentos e gravações foram ficando mais fáceis. Os pais e alunos estavam mais adaptados a nova rotina. E assim, as coisas foram seguindo, respeitando o cronograma escolar.
E aí, neste momento, surgirão outros problemas:
- Alunos que pararam de assistir as aulas, por não terem sinal de internet estável;
- Alunos que pararam de assistir as aulas, pois havia um celular só na casa e outras pessoas precisavam utilizá-lo. Talvez um irmão mais velho, para assistir suas aulas;
- Alunos que se desmotivaram de estudar, pois não estavam conseguindo acompanhar o conteúdo;
- Alunos que se entediaram com essa nova modalidade;
- Alunos que se sentiram frustrados e fracassados por estarem com dificuldade em entender o conteúdo estudado...
Enfim, acredito que já deu para entender, que surgiram vários fatores que estavam atrapalhando a aprendizagem dos alunos.
E pensando em todos esse fatores, eu me pergunto e lhe pergunto:
- Quantos de nós, professores e pais, paramos um pouco, olhamos para aquele ser que está descobrindo as coisas e perguntamos a ele:
- Quais tuas dificuldades?
- Do que você tem medo?
- Como você está se sentindo?
- Quais os teus desejos?
E uma das coisas, que atualmente me preocupam é: como está a saúde mental de nossas crianças e jovens? E o que podemos fazer, para auxiliarmos eles, neste novo normal?
Você já pensou nisso?
Me despeço por aqui.
Gratidão por ter lido até essas linhas.
Fica com Deus
Abreijo


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